
A semana começou com um fraquíssimo jogo contra o Vasco, que tem tudo para ser uma das piores partidas desse Brasileiro.Aí vieram as demissões do Antônio Carlos Zago e a do Robert, também diria sobre a do Marquinhos, mas parece que ainda está na Academia.
Encontrei palmeirenses de diversas opiniões, alguns defendiam a permanência do Zago, contrariado por mim.
Para mim a diretoria agiu certo, pela primeira vez no ano.O maior problema está nessa cúpula e eles são os principais responsáveis dessa fase que vivemos.
Eu não tenho nada contra com o Zago, mas ele errou em aceitar o convite de treinar nosso time.Ele não tinha a tamanha experiência necessária no momento, fui a favor da demissão do Muricy, mas a contra a vinda dele.Mas mesmo prometi apoio e um voto de confiança.Vencemos o São Paulo, mas sem nenhum mérito dele.Como nas derrotas contra o Rio Claro e Santo André, quando também não teve culpa.
Vieram duas vitórias contra o Sertãozinho e Santos, ao meu ver não teve mérito dele novamente, foram duas vitórias com o coração.
Depois disso o Paulistão se tornou um fracasso e a Copa do Brasil era uma esperança.
O Zago começou a mostrar algo que quando chegou disse que não teria: Covardia!
Foram naqueles jogos que não valiam nada, contra o Mirassol e o Oeste.Recuava o time, tirava atacantes e colocava zagueiros.Tomando o Retranquil e o Retrancol.
Na Copa do Brasil, estava até bem, montou o time corretamente contra o Paysandu e Atlético Paranaense.Mas as duas partidas contra o outro Atlético foram as provas que ele tinha que ser demitido.
Disse aos meus amigos, se eu fosse diretor de futebol demitiria ele após a vitória contra o clube goiano, aqui em São Paulo.Não podemos ficar com três zagueiros, quando temos a necessidade de fazer gols, ele teve muita sorte de sair um penâlti no final e vencermos pelo placar mínimo.Para mim seria o último jogo dele.
Viajamos para Goiânia, com aquele problemaço do Diego Souza.E veio aquela pífia escalação antes do jogo, aonde ele armou um time para empatar, provando que o medo de perder, tira a vontade de ganhar.As horrorosas cobranças de penâltis desviou esse ponto.
Meu caro Zago, você um grande zagueiro e tem que mudar a atitude caso queira continuar como treinador.
Já o Robert, ele no ano passado sempre foi o "fio de esperança" no ano passado, o popular jogador de segundo tempo.Me lembro do jogo contra o Flamengo, no Palestra.Aonde ele iniciou jogando e não jogou absolutamente nada.
Para mim ele não era aquela referência no ataque, teve claro boas apresentações contra o São Paulo e Santos e outros jogos que vencemos com gols dele.Como eu digo ao Maurilio Júnior, o Niclkas Bentdner brasileiro.Zago e Robert, o prazer foi todo meu e até nunca mais.
Em uma semana conturbada como essa, ainda teriamos que dar adeus ao velho Palestra Itália.
Um palco de glórias que já teve um post especial( post anterior) sobre esse assunto.
A partida era contra o Grêmio, uma equipe tradicional e de todo o respeito.Por ironia do destino era o nosso adversário da miléssima vitória( 2 a 0, 6 de outubro de 2007.Em uma linda apresentação do mago Valdívia).
Mesmo com todos os problemas a torcida provou que ama o time na alegria e na tristeza.Um pouco mais de 18 mil torcedores foram ao Palestra Itália, para apoiar o time e se despedir do estádio.
No começo, o Grêmio começou melhor.Descia mais ao ataque e teve algumas chances, não claras de gol.Até que aos 15, após um lindo passe do Cleiton Xavier e uma falha bizonha do Rodrigo, e o Ewerthon abriu o placar.O Grêmio teve mais uma chance, mas após um escanteio deles, armamos um contra ataque que resultou em um chute do Vínicius que o Victor fez uma linda defesa e no rebote o Ewerthon novamente mandou pras redes.E por pouco o Ewerthon não fez o terceiro, aonde eu disse ao meu irmão:"Tá tendo uma noite de Milito, o Ewerthon.
Mas no lance seguinte o Márcio Araújo perdeu a bola e sofremos o primeiro gol.Por pouco eles não empataram no primeiro tempo, com um gol feito que o Leandro perdeu.Aliás Leandro e Hugo só mudaram de camisa, continuam os mesmos.
Achei exagerado o lance da expulsão do Marcos Assunsação e do Douglas.Mas fez o bem enorme ao Palmeiras, eles perderam muita na criação e o Edinho que já tinha amarelo, por fazer marcação individual nele, teve uma folga e ficou isento de uma expulsão iminente.
No segundo tempo veio uma chuva fina, para lembrar os dias em que elas caíram, em todo este tempo de Palestra.Com ela veio o empate em uma cabeçada do Hugo, para deixar a torcida assustada e recordar dos momentos díficéis que a torcida viveu nesse palco.
Não demorou muito e uma cabeçada( com cara de chute) do Maurício Ramos fez o terceiro.Aos 25, em mais um contra-ataque, matamos o jogo.O Vínicius até que se complicou, mas mostrou habilidade e deu um passe preciso para o Cleiton Xavier fazer o último gol desse palco histórico e fazendo a torcida lembrar que foi ali, que em momentos assim de dificuldades, o Palmeiras se mostrou maior e superou em quase todas.
Ainda teve um penâlti claríssimo no Armero, na qual eu torcia pra que fosse marcado, para o Marcos cobrar e marcar o último gol do Palestra Itália, para levar a torcida a loucura.Mas o senhor Paulo Henrique de Godoy Bezzera fez vista grossa.Mas nem podemos reclamar pois o segundo gol nosso foi irregular.Será que é conhecidência?Só foi o Zago sair que jogamos futebol, soltamos o freio de mão e jogamos a covardia fora.
No entanto foi uma noite histórica e inesquecível, a vitória foi um presente de Deus a essa torcida que sempre marcou presença em todos os momentos desse eterno Palestra Itália.
Adeus Palestra Itália, o prazer foi todo meu e até breve.
Espero que gostem e comentem, abraços Nação Alviverde.

Uma semana bastante movimentada, o importante foi a vitória do nosso palestra, uma grande vitória. e o Adeus ao velho palestra italia :/ vai deixar mtas saudades.
ResponderExcluirA diretoria agiu corretamente em demitir o Robert e o Antonio Carlos Zago, não só pelo acontecimento após o jogo no Rio de Janeiro, mas também pela campanha do técnico no comando do Verdão. O time sobe o comando do Zago perdeu o brilho, a ofensividade, era um time retrancado e o pior sem organização.
ResponderExcluirTodas as vezes que o Palmeiras mudou de técnico o time jogou com mais vontade, porque isso acontece é o que eu queria saber.
Agora sobre o Palestra Itália não há nem o que dizer, apenas que ele é Eterno.